Que brinquedo dar para cada idade: um guia sem complicação
Escolher brinquedo para a criança dos outros é sempre um pequeno teste. Você quer acertar, não quer repetir o que ela já tem e, principalmente, não quer dar algo que não combina com a idade. Este guia resume o que costuma funcionar em cada fase, sem regra rígida: toda criança tem o seu tempo.
A faixa etária da caixa não é enfeite
A idade indicada pelo fabricante leva em conta duas coisas: segurança e interesse. Um brinquedo com peças pequenas pode ser perigoso para quem ainda leva tudo à boca, e um brinquedo simples demais vira tédio em cinco minutos para uma criança mais velha. Por isso, em todos os produtos da loja, a faixa etária está escrita na descrição.
De 0 a 1 ano
É a fase dos sentidos: som, textura, cor e o próprio corpo. Chocalhos leves, livros de pano e móbiles (sempre fora do alcance) fazem sucesso. O nosso torre de argolas de madeira entra perto de 1 ano, quando o bebê já senta firme e gosta de encaixar.
De 1 a 3 anos
A criança começa a andar, empilhar, derrubar e imitar os adultos. Blocos grandes, bonecas de pano sem peças soltas e brinquedos de encaixe são boas apostas. Os blocos de montar de madeira entram aqui a partir dos 2 anos e seguem sendo usados por muito tempo.
De 3 a 6 anos
É a idade de ouro do faz de conta. Cozinhas, fantoches, fantasias e jogos simples de regra, como a memória, ajudam a criança a organizar o mundo e a lidar com ganhar e perder. É também quando a bicicleta de equilíbrio começa a fazer sentido.
De 6 a 9 anos
A curiosidade fica mais direcionada. Quebra-cabeças maiores, jogos de tabuleiro e brinquedos que ensinam algo sem parecer aula agradam. Um mapa do Brasil ilustrado vira conversa sobre viagens e bichos de cada região.
De 9 anos em diante
Projetos que levam mais de uma tarde: kits de montar, experiências e desafios. O kit Pequeno Cientista, indicado de 7 a 12 anos, traz 12 experiências com coisas que já existem na cozinha, e pede um adulto por perto.
Na dúvida, pergunte aos pais
Não tem vergonha nenhuma em perguntar do que a criança anda gostando ou se já tem determinado brinquedo. E, se ainda assim o presente chegar repetido, a troca com a embalagem lacrada é simples. O que vale é o carinho de escolher.
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